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Carta de peão

por twin_mummy, em 05.12.13

Se é certo e sabido que muita gente necessitava de tirar a carta de condução (e não digo renovar mas tirar já que aquilo não é saber conduzir), todos os cidadãos deveriam ter carta de peão.

 

Aqui há dias ia eu estrada fora com os miúdos numa coisa estranha que se chama carro, e ao circundar uma rotunda aparece-me uma viatura mais estranha chamada peão pela frente. Sim, havia passeios desimpedidos de um lado e de outro, mas a senhora achou que seria melhor encurtar caminho pelo rotunda e saltou-me para a frente do carro. Acham que se assustou? Pelo contrário! Depois de atravessar pelo meio da rotunda continuou estrada fora a CIRCULAR À MINHA FRENTE! E eu lá fui a 5 kms/h, a buzinar e a fazer sinal de luzes, já que os carros estacionados em 2ª fila não me permitiam ultrapassar aquela viatura sórdida.

 

Mais uma vez a senhora lá continuou impávida e serena, e só junto ao cruzamento é que decidiu encostar-se um pouco para o lado, permitindo a minha passagem, mas nem assim recorrendo àquela coisa calcetada que eu acho que serve para os peões circularem mas que pelos vistos não é de uso consensual. Claro que perante a revolta dos próprios mabecos, que na sua maturidade de quase 3 anos, não queriam acreditar no que viam, não resistimos a apelidar a senhora de 'Palhacita' e seguimos caminho guardando a indignação no bolso das calças.

 

Mas pior que por em risco a própria vida é por em risco a vida de terceiros, e já por diversas vezes apanhei valentes sustos em manobras de estacionamento junto à escola dos mabecos devido aos peões que circulavam com crianças (não digam que são pais ou avós porque ninguém que faça uma coisa dessas merece essa classificação) decidirem passar encostados ao carro interrompendo o sentido da marcha do mesmo. Poderiam passar em qualquer outro sítio, poderiam esperar 30 segundos (já que não serei das pessoas mais demoradas a estacionar), mas não... é muito mais emocionante colocarem em risco a vida delas e das criancinhas que nem sempre levam um pouco mais protegidas ao colo, mas frequentemente seguram-nas pela mão mais próxima ao meu carro, a servir de pára-choques.

 

Outra coisa que me fascina são as passadeiras. Eu sei que há locais onde, devido ao nosso excelente planeamento rodoviário não existe uma única em dezenas de metros, ou quando existe, não serve de todo as necessidades pedonais. Mas outros locais há (e não serão assim tão poucos se repararem) em que as passadeiras estão práticamente lado a lado. Costumamos circular por uma rua em que existem 2 a menos de 5 metros uma da outra, e mesmo aí há sempre um Palhacito qualquer que decide atravessar entre ambas. Juro! E como a dita rua é a subir e os marmelos atravessam logo ao início quando estamos a acelerar para fazer a subida, tal comportamento incauto acaba por originar as manobras mais estranhas por parte dos condutores. Mas pior será para os que vêm embalados a descer e que são obrigados a parar de repente porque essa maltinha não só atravessa em local impróprio como se atira literalmente para a frente das viaturas. E o condutor que se desenrasque, ora essa!

 

Agora se destes fenómenos muita gente se queixa, acho estranho não haver mais gente a queixar-se de um outro que também incui peões mas em igual medida, ou seja... quando circulamos como peões cuidadosos que somos e levamos com um outro peão em cima. A minha mãe tinha uma colega invisual que costumava queixar-se que os outros eram 'mais cegos' que ela, que constantemente levava encontrões ou colidia com objectos transportados por terceiros (nunca percebi bem esta expressão pois sempre me fez mais sentido dizer 'segundos', mas enfim...). Não poderia concordar mais. Já me aconteceu por diversas vezes, mas registo em particular 2 destas situações que me marcaram de uma forma especial.

 

Uma foi quando os mabecos tinham cerca de 10 meses, e eu aproveitei uma pausa concedida pela minha sogra para ir à Primark comprar uns trapinhos, porque atendendo ao estado de magreza concedido pela amamentação (ai que saudades), já nada me servia. Estava eu na secção das gajas quando uma troglodita recolhe uma peça de um expositor e avança em marcha-atrás. Vi-a recuar e até me desviei, mas não contei que a dita senhora decidisse depois rodopiar e acertar-me com o cotovelo em cheio no peito direito. Numa situação normal seria complicado, mas para quem está a amamentar gémeos e a fazer concorrência à Mimosa com os seus 2 litros de leite/dia, acreditem que dói. E muito! Perante um 'Ah! Desculpe!' limitei-me a ganir conforme pude e a recorrer ao banco existente no exterior da loja para tentar recuperar o fôlego.

 

No dia seguinte estava a ser assitida de urgência pois tanto enchia frascos com leite natoso como com sangue. E a dita senhora calculo que estivesse muito bem refastelada a disfrutar dos seus trapinhos novos. Mas queixar-me para quê? Ela pediu desculpa, certo? Isso deveria acabar com a dor e com a preocupação de poder ficar com sequelas ou poder não voltar a amamentar. Foram dias de horror, mas felizmente (até à data) parece não ter passado de um susto.

 

Outra situação foi mais recentemente à entrada da escola dos miúdos, e doeu-me muito mais que 200 cotoveladas...só porque não foi directamente comigo, mas com o Pandinha. Não é que eu me ache inesquecível, mas o facto de se ter gémeos chama a atenção. E há diversas pessoas que metem conversa só por causa disso. A senhora em causa por diversas vezes se mete com os meus miúdos, e tenho-a em conta como sendo uma pessoa simpática e cautelosa. Só é pena não ter aquela capacidade de raciocínio dedutivo que não se aplica apenas à matemática mas que tanto jeito dá para a vida. Recordam-se do famoso 'se X, então Y?'. Pois aplicado ao caso em concreto seria 'Se Patapon, então Pandinha!' Simples, certo? Mas eu explico melhor e traduzo em miúdos (ou mabecos, como preferirem). Sabendo que são gémeos (como ela sabe), ver um significa que o outro em princípio não andará por longe. Então porquê ver a Patapon através da porta do edifício e em vez de questionar onde andaria o outro (eu própria estava a cerca de 1 metro da porta) simplesmente abrir a porta com força?

 

Pois... acertou na cara do Pandinha, que não só caiu desamparado de costas no chão como ficou com um pé entalado debaixo da porta. 'Desculpe!!', ouvi eu meio abafado, pensando que ela por esta altura já o estaria a ver bem, mas afinal só perante o meu grito de súplica 'Não abra mais a porta!!' é que ela percebeu que o estava a magoar no pé. Seguiu-se novo pedido de desculpas, que não o teria visto, que apenas viu a mana. E eu ali fiquei a consolá-lo sem saber muito bem como responder. Se acho que poderia ter sido mais previdente? Acho que sim. Mas também de certeza que não o fez de propósito e erros todos cometemos, certo? O problema é que não foi comigo, mas com a minha cria, e o meu instinto maternal exacerbado e animalesco não me permitiu proferir mais que um 'Acontece, deixe lá!', por entre os dentes serrados.

 

Eu sei que temos de manter a calma, eu sei que nem sempre a vida é fácil e as pessoas andam meio perdidas nos seus pensamentos. Por causa da crise, por causa do amor (ou da falta dele), por causa do tempo (porque o inverno é estatisticamente deprimente, como bem comprovado pelo aumento de taxas de suicídio nesta época), ou do trabalho (da falta dele ou da dificuldade em o manter). Mas problemas também eu tenho e um deles é com palhaços! Que me perdoe o Batatinha e a Picolé mas nunca gostei de palhaços! E desculpem lá o meu mau feitio, mas só me apetece jogar fora a minha carta de peão, as minhas boas maneiras, e ir ao focinho desta gente! E depois... pedir desculpa! Claro!

Pérolas dos mabecos: Os heróis da cidade e o vilão

por twin_mummy, em 04.12.13

 

Se há desenhos animados que já deixaram de ter piada para os meus mabecos 'Os Heróis da Cidade' são uma excepção à regra. Deve ter sido dos primeiros que viram e ainda hoje vibram a cada história de viaturas e animais que falam. A história gira à volta de uma equipa de emergência constituida por uma sirene, um carro de polícia e uma carra de bombeiros (sim, é um neologimo, mas 'uma carro' não soaria melhor), que salvam a cidade dos mais diversos perigos (e daí o título). Eu também aprecio a série porque tem sempre uma moral, e ao contrário do Pingu -que o Pandinha venera ao ponto de deixar toda a gente enjoada das mil repetições (mana incluida)- os disparates lá retratados não serão assim tão replicáveis por estes aprendizes de feiticeiro.

 

Pois hoje de manhã, à semelhança de outros dias, deixei-os ver mais um episódio. É a minha estratégia para manter um ocupado sem disparatar enquanto visto o outro, e por norma resulta. E vou mantendo o controle da situação comentando o episódio com eles. 'Os Heróis da Cidade' já fazem tanto parte do nosso quotidiano que dou por eles a apelidarem na rua os carros de bombeiros e de polícia que passam com o nome das personagens. 'Lá vai o Paulino' ou 'Olha ali a Bela' são frases a que já me habituei, e até acenamos para os polícias e bombeiros.

 

Mas se da maior parte já sabemos o nome, confesso que me escapa por completo o nome da sirene. Por isso hoje quando a Patapon perguntou:

-Como se chama aquela?

tive de responder que não sei. E depois para não ficar tão mal vista apressei-me a rebobinar o nome de uns quantos.

 

De repente diz a Patapon:

-Eu sei o nome do corvo...

 

Ora como a dita criatura, atendendo ao chorrilho de porcaria que por ali faz (a maior parte dos sinistros são provocados por ele), se chama 'Calamidade', o que não é um nome fácil de pronunciar nem de decorar, apressei-me logo a pedir para ela o dizer. E a fala barato da Patapon, que não erra um tempo verbal, olha para mim inchada do alto do seu metro de altura e diz com convicção:

 

-É 'camalidade'!!

 

Perante um tal sorriso não tive coragem de a corrigir, mas eis que o menino que diz 'bogé' em vez de 'boné' e outras pérolas tais olha para a mana com olhar repreensivo e exclama:

 

-Não é nada! É ca-la-mi-dade!!

 

O que vale é que ela hoje estava bem disposta, ou aquele vilão-Pandinha ter-me-ia custado mais uma birra.

Pais da tanga: o elevador

por twin_mummy, em 02.12.13

 

Desde que a Patapon aprendeu a reconhecer os algarismos que nunca mais tivemos descanso onde quer que haja números. Desde o despertador aos sinais de trânsito, passando por enumerar as páginas dos livros, já nada lhe escapa. Quanto ao Pandinha reconhece alguns algarismos, mas sobretudo o número do andar onde mora a avó paterna, e por isso insiste em vê-lo em todos os elevadores onde entramos.

 

Aqui há dias, num daqueles finais de tarde caóticos em que ansiamos pela hora em que os miúdo se vão deitar, aconteceu de estarmos distraídos e não fazermos o teatrinho ao passar pelo dito piso. Assim que chegámos ao destino, comigo a respirar de alívio por ter avançado mais uns metros a caminho da cama, o Pandinha sai-se com esta:

-O da avó??? Quero ver o da avó!! Quero ver o da avó!!! VOLTAAA!!

 

Antes que aquilo se transformasse numa birra, e perante o olhar estupefacto do co-irresponsável, lá me saiu pela boca fora:

-Não estava lá hoje, querido. O da avó não estava lá...

-Ah! Não?

...e dito isto virou costas ao elevador e avançou pelo patamar fora.

 

 

PS: adoooooro gajos! É que pelo olhar conivente da Patapon, de sorriso estampado no rosto, deu logo para perceber que aquela não enganava eu...

Teorias dos mabecos: Era uma vez no espaço

por twin_mummy, em 02.12.13

 

 

Reconheço que sou uma dinossaura no que toca a músicas infantis. Há muitas que me ficaram gravadas na memória e que agora dou por mim a cantarolar para os miúdos, completamente descontextualizadas, pois os desenhos animados a que pertenciam já há muito que desapareceram do écran.

 

Temos a música do Dartacão, de que eu ainda tenho o disco, que costumamos cantar quando vamos a pé para a escola (saltitamos na parte do 'Dartacão, Dartacão', o que eles adoram) do Hey Hey Vicky (esta também tem direito a coreografia com um agitar de braços no ar, a exemplificar o vento a bater nas velas, mas não no meio da rua, claro!), o 'Vitinho' (na hora de deitar vem sempre a calhar e eles já sabem completar os versos).

 

Também há uma música que pertencia ao genérico de um programa estranhíssimo que era o 'Zarabadim' (sim, era português e contava, entre outros, com o Carlos Alberto Moniz, a São José Lapa, e o António Feio em tristes figuras), cujo título não me recordo, mas a letra era qualquer coisa do género 'Olha o céu lá no fundo do chapéu/ olha o sol e a lua a namorar/ olha o céu lá no fundo do chapéu/ onde tu e eu vamos chegar'. E temos uma pérola de que me recordo vagamente porque tenho uma mana mais velha que me torturava com isto, que é 'Os amigos do sono' (eram 3: Manel Esfrega, João pestana e Chico Escuro):

http://www.youtube.com/watch?v=PbMwRUqAjEI

e a que já recorri tanta vez também para os preparar para a caminha (antes da do Vitinho porque esta é bem mais mexida).

 

Ultimamente tenho andado siderada no genérico do 'Era uma vez no espaço', de que provavelmente muitos de vocês ainda se recordam, mas nunca é demais ouvir mais uma vez:

http://www.youtube.com/watch?v=TAz8YW0AUdM

 

Pois a Patapon achou piada e acabou por adoptar a música também para o repertório dela, mas... numa outra versão, que ela insiste ser a correcta:

'Lá em cima há planetas sem fim

Há estrelas!

Nós podemos comê-las...

Há o Sol'


Calculo que deva ser por culpa dos cereais 'Estrelitas' (que lhe deram na escola), mas seja qual for o motivo, é mais que válido para não só justificar a cantilena como nos corrigir quando a tentamos cantar da forma original.

Pais da tanga: Deus e o Pai Natal

por twin_mummy, em 01.12.13

Sim, é verdade que toda a gente fala no Pai Natal. Sim, é verdade que ele não existe e por isso todos vocês, ao invocarem a dita criatura, estarão a mentir aos vossos filhos, afilhados, sobrinhos... Shame on you! Mas aqui reconheço que levámos o fenómeno mais além e fazemos chantagem usando o senhor das barbas. Não, não é o António Ramos, fervoso adepto do Benfica, e proprietário do restaurante 'O Barbas' que mora na Costa da Caparica, é mesmo o Nicolau que vive no Pólo Norte e pelo que sei tem uma fábrica de brinquedos onde explora elfos ou duendes ou anõezinhos (já ouvi diferentes versões do fenómeno), e que se morasse na China era apedrejado, mas no Pólo Norte já não faz mal.

 

E o que tem isto a ver com Deus? Pois para além de dizerem que tem barba, à semelhança de Deus, o Pai Natal é omnipresente. E por isso vê qualquer disparate que eles estejam a fazer, mesmo quando a mamã e o papá não estão por perto (no meu tempo era o menino Jesus). E como é uma pessoa justa (tal como Deus... hmmm... começo a notar aqui demasiadas semelhanças... queres ver que... enfim!) também sabe recompensar quem se porta bem e castigar quem faz mal. Por isso risca prendas da lista a cada mau comportamento e acrescenta mais uma a cada gesto bondoso (esta última parte é a tal tanga da minha autoria... o resto não sei quem inventou). 

 

Agora claro que os miúdos nestas coisas não são tão ingénuos como a gente pensa e -vá-se lá saber porquê- por vezes duvidam da sua existência (da do pai Natal, ok?). Não os critiquem por favor porque no fundo tantos católicos em momentos de maior dor também questionam a Sua existência (neste caso é mesmo a Deus que me refiro) e eu própria duvidei que o menino Jesus fosse real porque a chaminé da minha casa era demasiado estreita para ele espreitar por lá, e de qualquer forma também não me fazia sentido alguém tão virtuoso andar a espreitar para casa das pessoas. Por isso aqui há dias, num daqueles momentos de sarrafada entre os mabecos, dei por mim a repreendê-los e a alegar que o Pai Natal já estaria a questionar qual das prendas ia retirar da lista, quando o Pandinha se sai com esta:

-Não está nada a ver!

 

Ora como eu não gosto de passar por mentirosa e a chantagem do pai Natal tem dado tanto jeito, dei por mim a magicar como deveria convencê-lo do contrário, e já andava a planear ir a um qualquer Centro Comercial tirar uma foto com o velhote das barbas (o Pai Natal, certo?) para os convencer. Mas eis que surge uma oportunidade de luxo ao ir buscá-los à escolinha. Confesso que sou um pouco cusca e questiono-me sempre o que é que os meus filhotes farão por lá na minha ausência, e por isso quando eles estão no refeitório (que tem vidros espelhados) aproveito para os observar incógnita por alguns instantes. Então não é que assisto a um cenário dantesco de palmada e dentada entre o Pandinha e uma menina da turma dele? Assim que a educadora virava costas lá ia fiambre! E não pensem que era só ele a dar, mas seja como for, sempre lhes tentei ensinar que o facto dos outros nos baterem não pode ser nunca justificação para devolvermos o gesto. Pelo menos esse ensinamento de catequese ainda por aqui ficou gravado, já o dar a outra face... bem... não me estou própriamente a candidatar a santa, pois não?

 

Por isso assim que os mabecos vieram ao nosso encontro fiz um ar triste e pesaroso.

-O que foi, mamã? -perguntou logo a Patapon.

-Estou triste com o teu mano! O Pai Natal veio-me contar que ele bateu na Carolina quando estavam no refeitório. -e virando-me para ele perguntei- É verdade?

 

Pois garanto-vos que a cara de espanto que ele fez perante o confronto com a dura verdade mas, mais que isso, com a prova de que o Pai Natal era omnipresente, foi impagável. Acho que se o miúdo tivesse um buraquinho ali por perto iria de certeza imitar uma avestruz. Mas como em vez disso me tinha a mim a fitá-lo acabou por dizer:

 

-Eu não bato mais, mamã! Eu porto bem!

 

Sim, eu sei que esta ingenuidade não irá durar muito tempo, e sim também sei que mais cedo ou mais tarde ele irá perceber que se vê através daqueles vidros unidireccionais. Mas tal como dizem 'Até ao lavar dos cestos é vindima' e por isso a malta vai aproveitando para encher a barriga de uvas, ou seja, para o aldrabar. Melhor que isso é que ele tem procurado cumprir a promessa, e sempre que a mana (que esta semana, como já vos tinha referido, anda bastante afectada com a ausência do pai) se porta mal ou faz algum disparate para chamar a atenção ele argumenta logo:

 

-Não fui eu, Pai Natal! Eu porto bem!

As imagens utilizadas neste blog são na sua maioria de autoria própria ou de amigos e familiares, com o devido consentimento. A autoria daquelas que são retiradas da internet será indicada sempre que seja possível fazê-lo de forma inequívoca, mas mesmo assim poderão ser removidas caso o autor o entenda, bastando para tal contactar-me para o e-mail aqui indicado.

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